Por uma poética erótica da relação

Este livro compõe a série:

Quem escreve: Karina Bidaseca

Karina Bidaseca questiona os limites de um feminismo importado e fundado no privilégio acadêmico. Apoiados no artivismo de diversas artistas, os ensaios desta obra desnudam as estruturas sexistas e racistas, convocando quem lê a construir um feminismo plural, anticolonial e antiespecista.

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O que é o feminino? Como pode o corpo feminino se libertar dos parâmetros patriarcais e coloniais? Qual o papel e potencial da Arte e do artivismo nesse processo?

Essas são algumas das questões enfrentadas por Karina Bidaseca nos ensaios que compõem esse livro. São textos provocadores, inspirados em Audre Lorde e Édouard Glissant, que desnudam e desafiam preceitos coloniais, racistas e sexistas.

Propõe, a partir do trabalho de artistas, que um “feminismo express”, importado de uma forma acrítica de um contexto eurocentrado, corporativo, gentrificado, fundado no privilégio acadêmico, cis e individualizante dê lugar a um feminismo anticolonial, antirracista e antiespecista.

Tradução de Lívia Burgos Lopes Fonseca.

ISBN: 978-659993736-1

Ano de publicação: 2024

Número de páginas: 216

Formato: 11x16

Tipo de capa: Brochura

Número da edição: 1

Quem escreveKarina Bidaseca

Karina Bidaseca é pensadora e curadora feminista decolonial. Doutora e mestre em Ciências Sociais pela Universidad de Buenos Aires, obteve seu Pós-doutorado em Ciências Sociais na PUC-São Paulo. Bolsista do Fundo Nacional das Artes por “Pájaros del océano. Ana Mendieta: Una plataforma para descolonizar el arte y el feminismo.” Dirige equipe curatorial da “Jornadas de Feminismo Pós-colonial/Congresso de Estudos Pós-coloniais” e da exposição “Cartas a Ana Mendieta”, exibida em quatro
museus. Pesquisadora principal do CONICET e convidada do Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto e da Universidade das Baleares. Professora da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires e titular do EIDAES/
Universidad Nacional de San Martín no NuSUR (Núcleo Sul-Sul de Estudos Pós-coloniais, Performáticos, Afrodiaspóricos
e Feminismo), que foi por ela fundado. Dirige o Programa CLACSO Sul-Sul e as Especializações em Epistemologias do Sul (Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra/CLACSO/Flacso, Brasil) e Estudos Afro-Latino-Americanos e Caribenhos (CLACSO/
Flacso, Brasil). Em 2010, fundou e é Diretora Executiva do “Congresso de Estudos Pós-coloniais e Feminismos Pós-coloniais” e da “Escuela Decolonial de Artivismos desde o Sur”. Em 2020, cofundou e Editora El Mismo Mar. Cocoordena o Grupo de Trabalho Epistemologias do Sul e integra o Grupo de Trabalho Afrodescendência e propostas contra-hegemônicas da CLACSO.

"É hora de o 'feminismo express', eurocentrado e corporativo, dar lugar a um feminismo anticolonial, antirracista e antiespecista."

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